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Neurociência na comunicação, a transformação do currículo profissional

Importante: os comentários e opiniões contidos neste texto são responsabilidade do autor e não necessariamente refletem a opinião do InfoMoney ou de seus controladores.

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(*) Por Carmen Thomazi

A banalização da neurociência vem elaborando questionamentos sobre como esta ciência pode contribuir para a carreira profissional ou para abrir oportunidades de mercado. Neurocientistas sérios ficam “arrepiados” ao serem questionados dessa forma. Por outro lado, a própria neurociência que, entre outras aplicações, mostra mecanismos para controle de nossas respostas emocionais, também pode facilitar a mudança da resposta desse neurocientista.

O que em um primeiro momento é inaceitável – a relação entre neurociência e carreira profissional – passa a ser objeto de estudo e de benefícios para aqueles que se interessam pelo tema. Sim, é possível resistir ao impulso de rejeitar essa relação, pensar sobre e então entender os benefícios que podem ser alcançados. Um deles é, sem dúvida, a elaboração de respostas apropriadas para a comunicação entre colegas de trabalho, lideranças e liderados.

As oportunidades de mercado estão abertas para os profissionais que estiverem preparados para administrar a si mesmos. Aqueles que conseguirem se perceber e aprenderem a responder de forma satisfatória aos estímulos a que são submetidos todos os dias nos ambientes de trabalho, estarão capacitados e serão lembrados quando vagas se abrirem em seu campo profissional. Os tempos onde títulos e anos de experiência eram suficientes já passaram. E é nesse sentido que a neurociência se apresenta para somar valor ao currículo dos profissionais aptos para as demandas atuais.

(*) Carmen Thomazi – Docente na Educação Executiva da Faculdade Fipecafi

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